sábado, 18 de janeiro de 2014

Devaneios

Postado por Ana Sousa às 13:09
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Procuro evitar comparações,
entre tantas ruas e canções,
eu me lembro e esqueço,
o que outrora foi real.
Sem palavras, só memória.
Passam-se dias e horas,
onde não se entende o porquê,
e nem ao menos para pra perceber, 
o que Deus traçou, um dia há de ser! 



terça-feira, 27 de agosto de 2013

Cisco no olho

Postado por Ana Sousa às 15:25
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O pulso ainda pulsa.
A memória aflora o vermelho das flores,
e a lembrança vem como o balanço da rede,
estrelas no céu no meio um terraço de paredes amarelas,
o infinito da luz de uma lanterna em alto mar,
a corrida na areia,
o copo quebrado e então colado,
a valsa, o barco, o pôr do sol.
a música, o sorriso, o abraço.
E pulsa ainda o pulso dentro de uma pedra perdida preciosa.
27.08.13.

terça-feira, 4 de junho de 2013

Fui eu ou o destino?

Postado por Ana Sousa às 16:19
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Desfazer-se de um sonho nunca foi tão difícil. A gente perde o brilho, a energia, a lucidez, a razão, mas a danada da esperança ainda continua lá te fazendo acreditar que no fundo ainda faz sentido.
A gente cresce e grita pra todos os lados querendo que alguém simplesmente nos enxergue, a gente se  acha forte, se acha adulto, mas no fundo vemos a criança adormecida que existe dentro de cada um de nós. Aquela que responde um insulto, mas no fundo magoa-se; aquela que acaba de brigar e após minutos, quer fazer as pazes e rir do nada ou aquela que se mostra forte pra todo mundo e chora trancada no quarto.
Esperar ou seguir em frente?  algumas coisas acontecem na nossa vida e deixam marcas por muito tempo.  O futuro paradoxalmente tão distante e tão perto nos faz cometer erros ou acertos. Talvez o destino nos faça tomar certas atitudes ou certas atitudes mudam nosso rota.
Será mesmo que o que tiver de ser, será?! Tudo depende de nós!
Destino ou não, a  gente engana todo mundo, menos o coração.

terça-feira, 21 de maio de 2013

Postado por Ana Sousa às 22:45
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Hoje, acordei sentindo uma grande dor no peito; sentei-me ao pé da cama, coloquei minha mão sobre meu peito, e perguntei ao meu coração:

- O que você tem?Porque está tão inquieto dentro de mim?
Você está doente?

Fiquei uns minutos em silêncio e aí foi minha alma a começar a ficar inquieta. Perguntei a ela:

- O que tens? Porque se atormenta dentro de mim?

Minha alma disse:

- Estou assim porque você está assim; você me faz perguntas, mas não tenho as respostas e sei que isso a faz infeliz. Você se sente tão pequena, e isso me faz pequena também. Você queria ser diferente e eu fico triste por você. Você está tão só, e eu me sinto sem você. Mais uma vez tornei a ficar em silêncio. E foi aí que meu coração
meio confuso me respondeu:

- Estou tão triste. Sinto-me tão pequeno. Estou magoado com você!

Fiquei sem jeito e perguntei:
- O que foi que eu te fiz?

Ele respondeu:

Você sofre tanto com as pessoas; preocupa-se com elas,  procura ser prestativa e na maioria das vezes, sempre se decepciona. Você ama e depois sofre
e fala que a culpa é minha. Você espera por algo que não vem e fica triste. Aí você chora e dói em mim. Preciso de curativos para um coração partido. Curativos bons.

Perguntei ao meu coração:

- Como assim, bons?

Ele respondeu:

Curativos que estanquem essa sua tristeza, essa sua mágoa,
essa sua solidão. Que estejam com você nos dias frios e nas noites vazias, nos dias de tempestade
e nas horas que você se sentir tão só. Que eles sejam tão grandes que possam envolver seu corpo em um abraço cheio de ternura e que você se sinta segura e amparada.
Curativos que te façam sentir o quanto você é especial e amada, mesmo que você nunca tenha sentido esse amor, nem de seus próprios pais.
Preciso de bons curativos, que não sejam eternos, afinal nada é para sempre, mas, que não sejam descartáveis. Curativos que absorvam esse sofrimento, essa dor. essa ferida que não se vê, apenas se sente.
Que sejam fortes, e a prova d’água, para que não se estraguem com suas lágrimas, que sejam macios, para poder te fazer carinho nos dias em que você se sentir carente. Curativos que, acima de tudo nunca a decepcionem,
prometendo coisas que não cumpram.
Curativos companheiros e sinceros, que se importem realmente com você. Não quero pena, quero amor. Amor de verdade. Preciso que você também se ame e prometa que vai procurar cuidar mais de mim, sou parte de você e se você sofre eu sofro também.
Queria poder colocar você dentro de mim, secar suas lágrimas, ninar você. Dizer-te que tudo vai passar e te proteger das decepções da sua vida, afinal você já sofreu tanto que não sei como ainda consigo bater forte em seu peito!

Você é especial, pena ninguém perceber isso.



[fonte:pensador.uol]

sábado, 22 de setembro de 2012

O último 22!

Postado por Ana Sousa às 20:11
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Por que eu não levei a sério quando me disseram que depois dos 15 anos, o tempo voa?



Aquela vontade de ficar "gente grande" adulta logo, já não é como antes. Me lembro quando ficava contando os meses pra chegar meu aniversário e ver a surpresa que teria, onde no fim tudo acabava na famosa e deliciosa pizza.
Aos meus quinze anos, tinha o inocente pensamento de que as pessoas já com os seus vinte ou vinte um anos já eram pessoas "adultas" demais e cheias de comportamentos diferentes. Eis que eu, agora me despedindo dos dois patinhos na lagoa, 22 anos, percebo o quanto pensava errado. De fato, a gente amadurece com o tempo, mas a vontade de criança ainda permanece aqui dentro só que agora com mais responsabilidade.
Estou falando de rir, se divertir, e não se entregar a rotina que vivemos, esta que muitas vezes, deixa o tempo passar...
Diferentemente de quando era criança, agora com a chegada de mais um aniversário, fico feliz, mas também preocupada como o tempo passa rápido e nós estamos ficando velhinhos..rsrs


Então,
só nos resta aproveitar o máximo cada minuto nessa vida que é única.
Que venha meus 23 anos com muita saúde e risos!
Carpe Diem people :)
Thekiss!


 

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