Assisti ontem esse curta. É belissímo. sem comentários. Vejam!
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About Me
- Ana Sousa
- Campina Grande, Paraíba, Brazil
- Jornalista,produtora de telejornal e Mestranda em Comunicação e Culturas midiáticas audiovisuais pela UFPB. Mais do que nunca, acredito que é necessário fazer o que nos traz felicidade.Procuro viver cada dia da vida como o último. Sou alegre, extrovertida, chata, medrosa, confiante, teimosa, perseverante e otimista. Essa sou eu, primeiro, as cores. Depois, os humanos. Em geral, é assim que vejo as coisas. Ou, pelo menos, é o que tento! Aqui é o meu espaço, onde sou o que vejo, penso e escrevo! Lembre desse nome, pois eu nunca invento algo pra desistir!
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Alí
Ela estava ali. Cabelo no alto, sentada na cama, pensando por horas e perguntando se alguém estava chamando.
Ela estava ali, pensando nos erros cometidos há anos atrás e que agora eram motivos que maltratavam demais.
Ela estava ali com o olhar baixo, querendo atenção, dizendo que não tinha mais graça viver.
Me doeu no peito ao pensar que isso também era minha culpa por não ter tempo mais.
Ela estava ali, já não como antes, detalhes que o tempo refletia e a enfraquecia.
Alí ela está dizendo que me ama, com medo de tudo, procurando agora que sentido faz,
às vezes eu paro e penso comigo se um dia sentada alí, ela não estiver mais.
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Morrer é ridículo
A morte, por si só, é uma piada pronta.
Você combinou de jantar com a namorada, está em pleno tratamento dentário, tem planos pra semana que vem, precisa autenticar um documento em cartório, colocar gasolina no carro e no meio da tarde morre.
Como assim? E os e-mails que você ainda não abriu, o livro que ficou pela metade, o telefonema que você prometeu dar à tardinha para um cliente?
Não sei de onde tiraram esta idéia: MORRER!!!
A troco?
Você passou mais de 10 anos da sua vida dentro de um colégio estudando fórmulas químicas que não serviriam pra nada, mas se manteve lá, fez as provas, foi em frente. Praticou muita educação física, quase perdeu o fôlego, mas não desistiu. Passou madrugadas sem dormir para estudar pro vestibular mesmo sem ter certeza do que gostaria de fazer da vida, cheio de dúvidas quanto à profissão escolhida, mas era hora de decidir, então decidiu, e mais uma vez foi em frente...
De uma hora pra outra, tudo isso termina numa colisão na freeway, numa artéria entupida, num disparo feito por um delinqüente que gostou do seu tênis.
Qual é?
Morrer é um chiste.
Obriga você a sair no melhor da festa sem se despedir de ninguém, sem ter dançado com a garota mais linda, sem ter tido tempo de ouvir outra vez sua música preferida.
Você deixou em casa suas camisas penduradas nos cabides, sua toalha úmida no varal, e penduradas também algumas contas.
Os outros vão ser obrigados a arrumar suas tralhas, a mexer nas suas gavetas, a apagar as pistas que você deixou durante uma vida inteira.
Logo você, que sempre dizia: das minhas coisas cuido eu.
Que pegadinha macabra: você sai sem tomar café e talvez não almoce, caminha por uma rua e talvez não chegue na próxima esquina, começa a falar e talvez não conclua o que pretende dizer.
Não faz exames médicos, fuma dois maços por dia, bebe de tudo, curte costelas gordas e mulheres magras e morre num sábado de manhã!
Isso é para ser levado a sério? Tendo mais de cem anos de idade, vá lá, o sono eterno pode ser bem-vindo. Já não há mesmo muito a fazer, o corpo não acompanha a mente, e a mente também já rateia, sem falar que há quase nada guardado nas gavetas.
Ok, hora de descansar em paz.
Mas antes de viver tudo? Morrer cedo é uma transgressão, desfaz a ordem natural das coisas. Morrer é um exagero.
E, como se sabe, o exagero é a matéria-prima das piadas. Só que esta não tem graça.
Por isso viva tudo que há para viver.
Não se apegue as coisas pequenas e inúteis da Vida... Perdoe... Sempre!!!
Adiar... Adiar... Adiar... será sempre o melhor dos caminhos?
(Pedro Bial)
sábado, 2 de abril de 2011
E você, sabe o que é autismo?
Hoje passando pelo centro da cidade, me deparei com uma mobilização referente ao Dia Mundial de Conscientização do Autismo. Uma equipe distribuindo panfletos, esclarecia para as pessoas o que de fato é autismo, disseminando informações, falando da importância do diagnóstico e intervenção precoce, o grupo chamava a atenção de todos que passavam pelo local.
Achei muito interessante a mobilização que visa mostrar que há pessoas um pouco diferente das outras, mas que, na sua essência, são tão humanas quanto todos.
E pra você que não sabe o que é Autismo, aí vai uma breve explicação:
Autismo é uma complexa desordem neurobiólogica que tipicamente dura a vida inteira. É uma patologia diferente do retardo mental ou da lesão cerebral, embora algumas crianças com autismo também tenham essas doenças. Acontece em todas as raças, etnias e grupos sociais e é quatro vezes mais comum em meninos do que meninas. Embora não se conheça ao certo as origens, sabe-se que a predisposição genética aliada a fatores ambientais, é gatilho para o aparecimento dos sintomas, que podem variar dos muito leves aos muitos severos com comprometimentos na socialização, comunicação e imaginação.
Durante quase todo o dia a tag #autismo permanceu nos trends topics Brasil do Twitter, li alguns comentários, e vi o quanto existem pessoas que não tem ideia do que se trata. Portanto, mais informação e menos preconceito. Autismo não é contagioso, ignorância é.
ps: Lendo um pouco sobre esse tema, achei o blog de uma mãe que tem o filho com autismo, li alguns textos que fizeram pensar mais no amor da vida. Fica a dica: http://maisqueumsegundofeliz.blogspot.com/
Smacks e até a próxima.
Ps2: prometo postar mais vezes aqui : )
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Revistas na rede: Democratizar ou privatizar a informação na internet?
Desde a antiguidade, a busca e transmissão de informações sempre foram uma necessidade do ser humano. Os meios de comunicação, como o rádio e a televisão, revolucionaram o jornalismo ao oferecer maior velocidade à transmissão de notícias para diferentes tipos de classes sociais.
O uso da internet mudou a rotina e a forma de fazer jornalismo, de modo que, meios já existentes, a exemplo de jornais e revistas, buscam a cada dia através de novas tecnologias, uma maneira de se adaptar a essa revolução digital.
Com isso, é notável a contribuição que o uso de equipamentos tecnológicos tem proporcionado no novo fazer jornalístico. No caso da revista, não é diferente. Com a internet, tudo ficou mais fácil, de forma que, é possível acessar o conteúdo da revista de forma online, contribuir na produção ou ainda efetuar a compra através desse meio.
Algumas revistas como Trip, Piauí e Contigo, apostaram nesta rede no intuito de estabelecer uma maior relação com o leitor. A Revista Veja, por exemplo, em homenagem aos seus 40 anos de vida, e com o apoio do Banco Bradesco, disponibilizou todas as suas edições em um acervo digital, de forma gratuita. Com as 2.154 edições digitalizadas, além de propagandas de diferentes décadas, a Veja contribuiu no avanço da informação através da rede. Para conferir, clique aqui.
Porém, nem todas exibem o conteúdo inteiro na internet. Algumas investem em divulgar apenas alguns temas da edição, e se o leitor quiser conferir a matéria inteira, é obrigado a comprar a revista ou ser assinante para ter acesso a área restrita do site.
Essas técnicas funcionam como forma de chamar o leitor para conferir informações exclusivas, que só serão disponíveis, no ato da compra da revista, o que resulta na censura de parte do arquivo. Enquanto, outras tornam acessível à informação ao público. E então, entra uma questão, ao privatizar a informação, não estaríamos vivendo um retrocesso, no que se refere à democratização da informação?
Para o internauta Eduardo Alves, “não é certo privatizar uma informação que deveria ser democratizada. Esse é justamente o erro de muitas empresas, tentar explorar depois de ter ganho "fama", a exemplo de alguns jornais, onde metade do site, tem que ser assinante (pago) para poder visualizar, e a outra tem que fazer um cadastro (ainda que gratuíto) para ver o conteúdo.” Para ele, esse conteúdo deve ser democrático e de fácil acesso. E se não for possível, ler a matéria desejada, irá procurar em outros meios, acrescentou Alves.
No Entanto, algumas pessoas, acreditam que essa é uma forma de marketing, em que o assunto da revista no meio online, não deve ser completamente disponível, pois isso, irá prejudicar nas vendas.
Há quem prefira acompanhar tudo pela forma tecnológica, mas também, há quem ainda escolha ir até uma banca de revista, e ter um maior contato com o informativo. E você, o que prefere? Seria esse o recomeço ou retrocesso das revistas na internet?
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